Sempre que o tempo fecha desse jeito eu imagino como chegava o CHUVÃO nos PRIMÓRDIOS da cidade, bem antes de ser cidade, roça ou coisa parecida: escuro às quatro da tarde, macacada se coçando, tatus no rebolacho, GALINHA SELVAGEM se abrigando debaixo das asas do GALÃO DO MATO...
*Coincidência, charminho do SHUFFLE, começou essa música justo quando o cinza pulou pros 60%: "Barulho de trovoada, coriscos em profusão, a chuva caindo em cascata na terra fofa do chão, virando em lama poeira...". Manjas? Barba Branca e Barbantinho.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
ocheirodachuva
Caiu a chuva, nariz-esperança, abri a janela e enchi o peito de ar.
Que terror, não tô em casa, um cheiro horrível de PRÉDIO SUADO, mamute sem pêlo, um CINZAREL pesado e manchado que BOCHECHA a água da chuva e cospe de volta, arrota.
Que terror, não tô em casa, um cheiro horrível de PRÉDIO SUADO, mamute sem pêlo, um CINZAREL pesado e manchado que BOCHECHA a água da chuva e cospe de volta, arrota.
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