Caiu a chuva, nariz-esperança, abri a janela e enchi o peito de ar.
Que terror, não tô em casa, um cheiro horrível de PRÉDIO SUADO, mamute sem pêlo, um CINZAREL pesado e manchado que BOCHECHA a água da chuva e cospe de volta, arrota.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
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2 comentários:
argh! mas a descrição é fiel.
que bom que gostou das epopéias nos coletivos...
Beijo
Harissa
tai' coisa que eu nao sabia: alem de bom com as stabilos, ele e' bom com as palavras tambem!
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